
Double Jumpers #23: O desafio de ter uma empresa de jogos no Brasil
Invadindo novamente nosso podcast, mas agora com uma participação bastante significativa, hoje temos a presença do CEO da Insolita Studios e ex-presidente da Abragames, Winston Petty fala sobre o constante desafio de se ter uma empresa desenvolvedora de jogos no Brasil. Ele conta a sua história para abrir a Insolita e mantê-la como empresa, desde seus aspectos mais administrativos até as oportunidades reais em território nacionao e internacional. De quebra, ele fala um pouco sobre a Abragames também!
Tema: O desafio de ter uma empresa de jogos no Brasil
Tempo: 79 minutos
Double Jumpers #23 – O desafio de ter uma empresa de jogos no Brasil – (Qualidade Alta) – 72mb
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Links:
- Uma Dupla que Faz Acontecer (livro do Winston e seu sócio, Fernando Chamis)
- Empretec
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cateogories: DoubleJumpers

Marcelo Santos
February 28, 2011 at 12:46
Galera do DJ, o link de download do episodio está com o mp3 do epi#22.
Mais apressados, até a galera do DJ consertar, o link certo é:
http://www.doublejump.com.br/wp-content/uploads/podcast/23_DJ_O_desafio.mp3
Andre Nunes
February 28, 2011 at 13:06
Vixi, o Marcelo já se antecipou e até achou o link correto!
Já baixando para ouvir daqui a pouco!
Leandro Vian
February 28, 2011 at 13:42
Valeu marcelo, quando vi o nome errado já pensei em vir postar mas felizmente tu já achou o link. Depois comento sobre o cast.
Glauber
February 28, 2011 at 13:47
Mal, galera! Link consertado :)
Vini "Sangue nos Olhos"
February 28, 2011 at 15:06
Ótimo podcast, muita informação em pouco tempo. Não achei que tenha sido tão massante assim, e gostei da definição de Sangue nos olhos então irei usar isso no meu nick.
Gostaria de deixar uma pergunta/crítica. Em todos os lugares se ouve muito falar da procura do profissional que saiba X e Y, e isso o qualificaria como sendo um bom profissional. Entretanto, essa visão de contratar alguém com habilidades especificas (ao invés de selecionar pessoas e desenvolver estas habilidades em um curso/estágio) não está um pouco defasada? Pq é muito fácil querer o melhor profissional do mercado, mas ninguém quer arriscar contratar alguém que não atenda as expectativas, e mto menos investir no profissional para que ele se torne o profissional ideal.
Enfim, volto em 15 dias,rs.
Parabens e continuem assim. Ps: Artemis, o que vc achou das quests do Dungeons??
felipowsky
February 28, 2011 at 17:02
Artemis está se superando a cada DoubleJumpers pra passar no final do episódio. :p
Pessoal, perfeito podcast! Era o que estava precisando ouvir.
Estou correndo atrás pra desenvolver meu primeiro jogo e estava precisando muito desse incentivo/realidade.
Não achei chato de maneira alguma, pelo contrário, como vocês falaram, isso daí não se ensina em lugar algum e, por esse motivo, deve ser muito valorizado. Na minha opinião podia ter 2h, fácil. :)
Uma dúvida que surgiu, que não é relacionada ao tema, mas que pensei no momento que vocês falaram sobre contratações: como funciona a questão de criação de áudio no desenvolvimento de jogos? Outsourcing? Ou é feito dentro da própria empresa geralmente?
Espero ter uma dúvida mais relevante sobre o tema, mas não sei até que ponto posso perguntar já que pode caber mais ao Winston responder.
Abraço.
Marcelo Santos
February 28, 2011 at 19:48
Opa, agora vim para comentar!
Adorei o cast, mas uma frase do winston me deixou meio ressabiado. Quando ele falou sobre o perfil de profissional que se quer, ele disse que o cara tem que manjar meio que “um pouco de tudo”, mas não quis chamar esse profissional de generalista.
Vocês acham que no brasil o cara tem que ser meio “pato” mesmo (meio que voa, meio que nada, meio que anda…) ou um cara com orientação bem específica já tem espaço no nosso mercado?
Abraço e até o proximo!
Artemis
February 28, 2011 at 22:15
@vini e Marcelo
O mercado no brasil ainda é pequeno e com pouco dinheiro para se fazer grandes investimentos (como treinamentos de funcionários ou coisas do tipo). Salvo as grandes empresas, nenhum estúdio hoje possui a prática de investir em funcionário nesse formato, mas não por falta de interesse, mas por falta de dinheiro mesmo. Da mesma forma que na maior parte dos estúdios o funcionário “pato” como disse o marcelo, normalmente vai ter mais espaço, exatamente porque as equipes são enxutas demais para absorver especialistas.
Novamente, salvo exceções de grandes estúdios como a Hoplon… e talvez, só ela ><“!
@Dungeons
Achei interessante o sistemas de quest, mas a execução é bizarra. Tem quests que pra completar você precisa se fuder. Não faz o menor sentido. Eu preciso jogar mal pra conseguir ganhar coisas. Se fosse bem montado, o sistema de evoluir o personagem através das quests teria funcionado de uma forma muito mais divertida!
@Felipe
Vou propor sua pergunta para o proximo podcast :)! É legal de se discutir e falamos pouco de áudio.
Vini "Sangue nos Olhos"
February 28, 2011 at 23:22
@ Artemis.
É, faz sentido. Em qualquer ramo este tipo de investimento é caro, e já que a industria de games ainda está em expansão, não faz sentido mesmo. Uma pena, eu seria o primeiro a concorrer rsrs.
Sobre o Dungeos, tive a mesma impressão, até comentei no outro podcast. Não faz sentido ter que jogar errado para ganhar pontos. Parece que esses atributos e tree build foram colocados só por colocar. É divertido, mas um pouco repetitivo. Estou agora no Bulletstorm!
Abraçs
Messi
March 1, 2011 at 03:35
AHUAUAHUHA
“Fazer uma licensa poética ou outra” foi o melhor eufemismo pra fazer pog que eu ja ouvi ahuhauuah..
o winston tem 32 anos? pra escrever o número dele já precisa de 6 bits mas ele tem cara de 25 hhaaa.
ok nao que eu possa falar qualquer coisa. eu tenho 22 e com cara de menos…
achei bastante interessante a forma como o winston falou sobre como é complicado montar uma empresa baseada em de jogos.. um mercado arriscado e difícil de se compreender o que fará sucesso.
O melhor ponto foi quando foi colocado a vontade de desenvolver um jogo que você quer e um jogo que o mercado quer.
porque será que eu só consigo fazer os games quando eu sou obrigado? I really truly do wonder.. :/
felipowsky
March 1, 2011 at 13:34
@Artemis
Legal. Realmente não me lembro de discussões sobre áudio em jogos. Pelo menos não sobre este mercado aqui no Brasil.
Pessoal, este episódio ainda não está disponível no iTunes. Aconteceu algo?
Fernando "Molhado"
March 1, 2011 at 16:34
Parabens ai pessoal, muito legal esse cast. Se tiver como, talvez em um post, eu gostaria de saber mais como a ABRA Games esta tentando difundir games no Brasil e como eles estao tantando convencer o governo que games tambem eh cultura, gera emprego e traz knowhow para o Brasil.
Gilliard Lopes
March 4, 2011 at 02:51
Só pude ouvir hoje e curti demais o podcast. Agradeço muito ao Winston pela contribuição excelente e pela franqueza também. Deu pra perceber que ele não segurou informações nem se negou a revelar nada sobre o assunto. Louvável, parabéns!
Obrigado também por responderem o nosso e-mail. Pô, a gente tentando ser educado no e-mail e os caras não gostam… =p
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Felipe
March 18, 2011 at 22:11
Muito bom esta troca de experiências!