Double Jumpers #20: SBGames 2010

author: DoubleJumpers date: November 16, 2010 tags: ,

Como todos sabem, os DoubleJumpers se aventuraram, depois de 1 ano sem ir ao evento, no Simpósio Brasileiro de Games de 2010. Muita coisa mudou de 2008 para cá, assim como muita coisa continua na mesmice. Muita coisa boa, muita coisa ruim, muita coisa mais ou menos. Muita coisa, galera!

E recado: os DoubleJumpers entram de férias!


AAAAAAAAAAAAAHHHH D:

… Mas não achem que vamos sumir! Voltamos daqui um mês :)
Além dos posts e do nosso podcast parceiro, o PodQuest, toda segunda, no lugar dos podcasts lançaremos vídeos sobre o evento, que variam desde pequenas entrevistas até longos depoimentos. E claro, a promoção do Braid!

Tema: SBGames 2010

 

Tempo: 63 minutos

Double Jumpers #20 – SBGames 2010 – (Qualidade Alta) – 58MB
(Botão direito, “Salvar como…”)

cateogories: DoubleJumpers

16 Responses to Double Jumpers #20: SBGames 2010

  1. Sharbel

    November 16, 2010 at 17:14

    mto massa o podcast de vcs, e pena q vai sair do ar por um tempo.
    Mas tipo, eu fui na SB games esse ano, primeiro ano que eu fui, e eu concordo com vcs em relação à estrutura e organização, tava mto bagunçado tudo, e ainda o lugar eu achei mto pequeno. Por exemplo, a sala de arte sempre tava lotada, ou vc chegava lah e ficava o dia tdo, ou vc ficava em pé.
    Mas no geral eu curti bastante, principalmente palestras principais que tiveram, e acho que faltou um pouco de entrosamento entre o pessoal. Como a confraternização que eu pensei que seria um local reservado pro evento e tal, mas na realidade foi um bar qualquer que ainda estava lotado.
    Mas ta valendo, vamo esperar ano q vem.

  2. sandro

    November 16, 2010 at 17:39

    dae sharbel.. só falta o luiz e wallace pra completar o quarteto =) .. vcs são legais e elogiaram meu portifolio.. isso me faz concordar por defaut =)) .. e eskecemos de fzer o video.. fica pro ano q vem o/

    parabens pelo trabalho, sentirei falta.

  3. Artemis

    November 16, 2010 at 21:55

    Ei, sem esse tom de despedida ae! É um mes só. Estaremos de volta com muita coisa legal. :P!

  4. Diego "Nailo" Cichello

    November 17, 2010 at 12:00

    Parabens a voces por mais um podcast muito bom. Infelizmente não pude ir até o SBGames. Bom isso me gerou uma dúvida que talvez voces consigam me responder melhor. Porque o SB Games é realizado tão longe da capital da tecnologia do Brasil (São Paulo) ? Existe algum motivo particular para isso, acredito que um evento desse numa grande cidade como São Paulo acabaria atraindo um público maior e conseguiria instruir melhor as pessoas interessadas em ingressar nessa área. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre esse assunto.

    Ps: Martin se tiver um tempo nas suas férias responde meu e-mail por favor hehehe o thilafa (Arthemis) falou que já foi puxar sua orelha para me responder hehehe. Obrigado por antecedencia.

  5. Glauber

    November 17, 2010 at 13:52

    A SBGames é um evento nacional, Nailo. Não seria justo com o pessoal das outras regiões, até mesmo de outros estados, se todo ano eles tivessem que pagar viagens e estadias para acompanhar o evento. Portanto, eles tentam sempre variar por região do Brasil.
    E só pra constar, São Paulo pode ser a tal “capital da tecnologia”, mas, por exemplo, Recife abriga muitas empresas desenvolvedoras. Tem muitas também no Sul do país.

    PORRA MARTIN, RESPONDE O CARA

  6. Martin

    November 17, 2010 at 14:02

    O Glauber está certo. Sem contar que o evento é mais acadêmico mesmo, e academia existe em todos os estados, e todas elas são significativas.

    E na verdade é bem legal porque você conhece lugares diferentes =D

    Nailo, vou te responder sim. Acabei me enrolando aqui =P Mals!

  7. Marina

    November 17, 2010 at 14:44

    Olá pessoal! Legal vcs acompanharem o evento! Estive lá e senti que resumiram bem tudo o que se passou. A indústria de games só crescerá no Brasil se incentivarmos, assim como no Simpósio e como o trabalho que vcs fazem no site! Parabéns!!
    e realmente, o que era aquele jogo do dragão??? só dava pra jogar olhando pro céu…bizarro!!

  8. Rafael Sillentkill

    November 17, 2010 at 14:56

    Fala Galera do DubleJump, tranquilo???

    Primeiramente parabéns pelas iniciativas tanto do PodCast quanto do blog. Pois imagino mesmo o trampo que deve dar não só fazer como o que é pior atualizar e com assuntos relevantes.

    Fiquei sabendo pelos meus amigos (Bruno Barbosa e José Castro) que o jogo que fizemos na facu (Guerra no Sertão) tinha ganhado por votos populares o Festival de Jogos Independentes do SBGames. Queee beleza néh. Vamos escutar o podcast que vai estar falando do GNS, entretanto que piada, pelo visto teve 100 inscritos e 50 vencedores? rs rs…

    Me decepcionou saber que um jogo q vcs não comentaram ter ganho o Festival, o que pra mim pareceu q tinha feito sucesso, lógicamente que tenho noção que o jogo em si não ficou muito fácil de entender e jogar o que realmente é um erro fatal no Game Design. Entretanto a forma como fizemos, por exemplo na pesquisa usando elementos formais de jogos do Sertão na época do Cangaço, jurava que por conta disso ele seria um sucesso para os desenvolvedores Brasileiros. E outra o único TCC pelo menos do meu conhecimento feito com uma boa noção de projeto, pensando na acessibilidade do jogo (webGame onde qq pessoa com um pc e internet joga) e principalmente em fazer um jogo completo.

    Não foi para o evento por realmente achar que pelo menos no momento que estou da minha vida, prefiro trabalhar (sou programador Jr de jogos aqui na Sioux) e aprender por aqui. Sem desmerecer o evento mais por não compensar pra mim no momento o custo-benefício.

    Do resto continuem zuando o Artemis pq ele já apanhou mto, não só no dota na facu como no PvP do WoW pra um tal GM gnomo mago chamado Sillentkill. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  9. Rafael Sillentkill

    November 17, 2010 at 15:26

    E outra coisa, Glauber compra um Mic que presta por favor! hauahuahauahau

    Eu escuto o Arthemis mto bem, Martin tranquilo, não sei se é sua vóz que ta meio estranha mesmo pela faze q está passando da vida que não engrossou a voz ainda. Mais acho q o Mic novo já resolve.

  10. Gilliard Lopes

    November 17, 2010 at 17:30

    Mais um excelente podcast! Que pena que vamos ficar um mês sem Double Jumpers, já estou sentindo falta. Quem diabos precisa de férias?

    Quanto à resposta ao e-mail que pergunta sobre técnicas para se estimar melhor os prazos, concordo plenamente com o ponto do Martin. Prototipar aquilo que você não conhece ou domina é o melhor jeito de poder estimar o trabalho com qualquer grau mínimo de coerência.

    Aqui na EA, a pré-produção dos programadores gira em torno disso: estudar os Feature Briefs, prototipar ao máximo tudo que é novo ou arriscado, sem a necessidade de fazer check-in do código ou polir nada, somente prova de conceito mesmo, para depois escrever Tech Briefs com estimativas em alto-nível. Em geral, temos 2 a 3 meses pra isso a cada ciclo do FIFA, em outros projetos mais longos pode chegar a 6 meses.

    Foi excelente o DoubleJump sobre o SBGames, especialmente pra mim que sempre participei de todos os eventos enquanto morei no Brasil, e lamento não ter podido comparecer desde 2008. É muito bom saber que a qualidade esteja melhorando, mesmo que não tão rápido quanto a gente gostaria.

    GENIAL a constatação do Martin de que os games apresentados pudessem ser, na verdade, apenas protótipos mais focados. O nosso ideal é que um dia, lá no futuro, os eventos acadêmicos de games no Brasil sejam algo como o SIGGRAPH (simpósio internacional de computação gráfica), que apresenta novidades em Rendering que três ou quatro anos DEPOIS estarão presentes nos games. Ou seja, o evento acadêmico é o embrião, o protótipo, o abridor de portas para que a indústria depois transforme essa pesquisa em produto.

    Pra finalizar, fico triste em saber que ainda há pessoas comparecendo ao evento com essa postura arrogante, “eu-sei-fazer-jogos-você-não-sabe”, muitas vezes sem ter feito muita coisa de verdade. Isso existe desde sempre e é uma das coisas que eu sempre critiquei na indústria nacional. Muita gente fica se achando muita coisa, brigando por migalhinhas de reconhecimento regional ou nacional, ao invés de fazer contatos, trocar experiências e ajudar todo mundo a conquistar o reconhecimento global que a nossa indústria tanto precisa.

  11. Glauber

    November 17, 2010 at 19:51

    @Marina
    Falei com o pessoal que fez o Krimson, ia postar isso antes, mas esqueci, ainda bem que você me lembrou: eles disseram que os controles estavam bizarros por conta das máquinas muito aquém do necessário pra rodar o jogo. Falei que assim que saísse uma versão pra baixar, me avisarem e eu faço minhas devidas alterações na minha opinião.

    @Silentkill
    O Guerra no Sertão ganhou no voto popular, não? Aliás, sem querer desmerecer o jogo – que apesar de eu, PESSOALMENTE, não ter gostado, achei muito melhor que vários outros do Festival – mas achei MUITO suspeito o sistema de voto. Era só pegar uma cédula e escrever o nome, botar na “urna” (que era uma bolsinha)… Tudo sem alguém pra inspecionar a maioria do tempo. Na real a gente achou a organização do Festival toda, de estrutura até avaliação, muito precária.

    Minha voz é assim mesmo, cara :/
    Tive um acidente na infância, na garganta, e hoje uso um miro-amplificador nas cordas vocais. É meio triste pra minha vida social, mas o legal é que eu consigo imitar o Iron Man direitinho (:

  12. Martin

    November 18, 2010 at 10:42

    @Gilliard
    Extremamente pertinente seu comentário. Os moldes que você citou não só são ideais, como desejados. Precisamos ter uma integração maior entre indústria e academia. Quem está nesta última precisa “arriscar” mais para inovar. Não vi isso em nenhum lugar, em nenhum jogo. Talvez em um, mas talvez minha opinião seja suspeita pois eu pirei no conceito.
    E, sobre a atitude das pessoas, é lamentável mesmo.

    @SilentKill
    Divido a mesma opinião do Glauber. Não gostei do jogo, e, sinceramente, o ganhador da opinião “popular” não quis dizer muito pra mim. Acho que, num ambiente tipo SBGames, uma boa porção dos votos (NÃO DISSE TODOS) acaba sendo por “coleguismo”.
    Isso não desmerece nem um pouco o esforço dos desenvolvedores, que eu parabenizo pela audácia de criar um jogo completinho como aquele. Mas, pessoal, não gostei.

    E, outra coisa: só porque o jogo é de cangaço, ele seria um sucesso entre desenvolvedores brasileiros?
    Creio que isso é algo que o Glauber precisa falar, melhor do que eu. Mas, sinceramente, estou para conhecer alguém que REALMENTE se interessa por cangaço, a ponto de ficar feliz em jogar um jogo com este tema.
    Alguém concorda?

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