Double Jumpers #13: Dissecando a Cobra: Metal Gear Solid
Uma franquia tão influente em pelo menos 4 gerações do vídeo-game, Metal Gear é um exemplo a ser seguido, criando benchmarks na indústria e no mercado com seus jogos sempre puxando os consoles ao extremo. Escolhemos Metal Gear Solid pois foi de fato o primeiro da franquia que fez a diferença, com sua mecânica, sua história, seu carisma e, enfim, seu sucesso.
Drops:
- Desenvolvedores de Killzone formando novo estúdio
- Novo Dante em DmC
- Indie Game Residency
Tema: Dissecando a Cobra: Metal Gear Solid
Tempo: 76 minutos
Double Jumpers #13 – Dissecando a Cobra: Metal Gear Solid – (Qualidade Alta) – 70MB
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cateogories: DoubleJumpers

Glauber
September 20, 2010 at 13:10
(Pra quem não ouviu ainda, é um possíve spoiler hehe)
Uma coisa que eu percebi só editando o podcast (na hora não percebi, deveria, ia acrescentar bastante a “dissecação”): Metal Gear Solid é o exemplo mais explícito de um jogo ambientado no ocidente mas que tem MUITO da essência oriental.
Apesar de se passar no Alaska, Estados Unidos, de ter personagens de origem americana, de envolver o governo e unidades militares americanas – em toda sua franquia, pra falar a verdade – a linguagem, principalmente cinematográfica, é significantemente oriental. Os personagens distintos e carismáticos, os diálogos dramáticos, a honra das batalhas (referenciando o famoso way of the samurai) e, acima de tudo, o ode à paz via crítica à guerra, ato muito recorrente da mídia japonesa pois comove uma nação inteira até hoje depois do trágico ataque a Hiroshima e Nagasaki. Solid Snake é o japonês que sofre com as consequências da guerra, materializado pela bomba atômica.
Rodolfo Brito
September 20, 2010 at 16:18
Então, vamos por partes.
Primeiro, parabnéns por mais um ultra fodástico podcast.
Segundo, eu num sou o maior fã… Mas adimiro muito esse trabalho de vcs. Gilliard é mais fã. hehe.
Agora sobre MGS:
Eu nunca joguei os jogos da série, a não ser o remake (que vocês mal citam, diga-se de passagem) e, pensando no que vocês dizem, muitas coisas consideradas ruins são consertadas nesse remake (inclusive a troca de um “Prestexon” por um Gamecube na mesa do Otacon, hehe). A que é mais notável é a questão da persistência, que eles arranjam uma “desculpinha” pra consertar isso.
Dado um, momento do jogo, os guardas começam a se comunicar periodicamente para assegurar eventuais baixas. A patrulha é obrigada a se reportar periodicamente.
Se você tiver matado algum soldado, quando vier a hora de ele se roportar, vão perceber que algo está errado e assim, o estado de caution se instaura naquela área.
Outra coisa melhorada , mas acho que isso vem de MGS 2, foi o esquema de você poder atirar na visão de primeira pessoa, que na verdade, não é bem primeira pessoa, mas uma coisa mais parecida com RE4, com a câmera em cima do ombro e o Snake em segundo plano, sem contar as armas de traquilizantes que também marcam presença no remake.
Sei de uma coisa, graças a vocês eu fiquei num hype extremo de Metal Gear de novo. Jogarei de novo o remake e , quando o Glauber comprar o Wii dele( podia comprar comigo né? :p), eu empresto pra vcs jogarem.
Abraço a todos.
Glauber
September 20, 2010 at 16:34
Na real as duas coisas que você mencionou foram contempladas antes no Metal Gear Solid 2 (a I.A. dos inimigos e a mira em 1ª pessoa), a gente comenta isso no finalzinho do DoubleJump.
E pessoalmente eu achei que mais estragou o jogo do que melhorou, pelo menos poder mirar e atirar. Enquanto isso foi implementado no remake, a dificuldade dos inimigos e dos chefes e o level design permaneceram praticamente intactos. Isso deixou o jogo facílimo. Um exemplo mais extremo que me lembro, antes, para derrotar o Mantis, era necessário desviar dos objetos voadores, levantar, atirar e continuar desviando. No Twin Snakes (remake) você permanece abaixado, atirando com a mira. Cortou toda a graça
Posso dar um conselho? Joga o original, tenta, pelo menos. Apesar de limitado, eu acho ele bem mais legal ;)
GameT
September 20, 2010 at 17:24
Estou tendo problemas com o Feed :<
Artemis
September 20, 2010 at 17:43
@GameT
Quais problemas? Checamos aqui e está tudo normal!
Rodolfo Brito
September 20, 2010 at 18:21
@GameT
Vc é do forum né?
@Glauber
Bem colocado isso. Sobre jogar o primeiro, no PSOne, acho um pouco difícil, quem sabe em alguma oportunidade futura?
GameT
September 20, 2010 at 19:15
@Artemis
Só esse ultimo podcast que ta dando 404 Not Found, tanto no iTunes como dentro do feed
@Rodolfo
Sim :D
Martin
September 20, 2010 at 19:24
Ouvi rumores de que estariam fazendo uma versão HD do MGS 1, 2 e 3, para PS3.
Se isso for verdade, eles provavelmente irão portar o Twin snakes.
Aí sim eu vou jogar.
Esse esquema da patrulha foi bem legal mesmo, preciso jogar pra sentir.
Artemis
September 20, 2010 at 21:17
@GameT
Acho que corrigi o problema. Se alguem puder dar uma testada no ITunes, eu agradeço :)!
Luiz Alvarez
September 20, 2010 at 22:03
Eu acho a ideia do Kotick genial: imaginem se tirassem todas as cut scenes de um jogo como MGS4 e vendessem a parte. Assim talvez eu fosse capaz de jogá-lo! Todos sairiam ganhando: quem gosta de jogo compra o jogo, quem gosta de filme compra o filme e quem gosta dos dois compra os dois.
Lógico, cut scene em geral é melhor que um monte de texto, mas tanta assim só serve para diminuir a imersão e encher o saco.
Outra coisa: VVVVVV não é por causa do nome dos personagens? (Viridian, Violet, Victoria, Vermilion, Vitellary e Verdigris)
Glauber
September 20, 2010 at 22:10
@Luiz
Mas tipo… Não é só apertar Start? :X
O negócio dos nomes… Deve ser TAMBÉM. A real é que ele amarrou uma dezena de coisas com a letra V no jogo.
Luiz Alvarez
September 21, 2010 at 00:06
É que nem todo jogo dá essa opção (não lembro se é o caso do MGS4). No Assassin’s Creed, por exemplo, você pode “interagir” movendo o personagem ou mudando o ângulo de câmera. Sem perceber o que eu acabava fazendo era ficar andando em círculos impacientemente esperando o diálogo acabar. E pior, mesmo se você já acabou o jogo e quer refazer alguma missão tem que ouvir a mesma ladainha.
Rodolfo Brito
September 21, 2010 at 01:00
Na boa, Glauber. Tava vendo um video do vvvvvv, mano, que bagulho insano de louco de dorgas…
Gostei.
Glauber
September 21, 2010 at 01:07
@Luiz
Ah, pensei que fosse só pra MGS. Mas sim, tem uns que é tenso. Tipo aqueles jogos que tem uma cutscene “inpulável” antes do chefe… E você morre várias vezes E TODA SANTA VEZ tem que ver a cutscene.
@Rodolfo
A linguagem visual, sim, mas até que é um jogo pé no chão o/
Andre Nunes
September 21, 2010 at 09:23
Poxa, eu tambem sempre matei o Revolver Ocelot com a arma… huahauhauah
Flavio Meibach
September 21, 2010 at 12:01
Será que a continuação vai chamar WWWWWW?
Flavio Meibach
September 21, 2010 at 12:14
Essa nova do Kotick só vai servir pra separar ainda mais as cinemáticas do gameplay, pois elas terão que fazer sentido sem o jogo!
Eu lembro, por exemplo, de ter tentado entender a história dos Halo 1 e 2, só por meio das cinemáticas, pra me preparar para o 3. NÃO ROLA! Sem a experiência no meio de cada uma não faz sentido.
Por que esses caras sempre têm que nos lembrar que, só sabe fazer jogo… quem faz jogo?
GameT
September 21, 2010 at 13:18
@Artemis
Por algum motivo o podcast sumiu na lista dentro do iTunes, isso usando o feed do próprio podcast, mas o feed geral de vcs tbm funciona lá no iTunes e este deu pra baixar.
Rafael "Barry" Ventura
September 21, 2010 at 15:04
Sobre a IGN, gostaria de comentar algo. Não os vejo como “os caras legais que se sacrificam em prol dos indie”. Pô, isso é marketing! E uma jogada muito boa, até!
Assim, todos passam a olhar pra eles como uma boa empresa, que ajuda os desenvolvedores. É uma relação benéfica para todos os lados.
E Martin, se ideias boas fizessem jogos bons, Capoeira Legends seria um show.
Rafael "Barry" Ventura
September 21, 2010 at 16:37
Pô, Martin, sei que vou ser extremo-nerd agora, mas algumas coisas tão erradas aí.
O Snake não foi lá detonar o helicóptero, eles nem sabia que estava lá “What’s a Russian gunship doing here?”. Usaram o helicóptero pra derrubar os aviões que estavam cobrindo a entrada do Snake.
A Fox-Hound tomou a base durante um ataque terrorista “oficial” simulado por eles… no qual aproveitaram e tomaram a base mesmo.
O lance dos genes dominantes/recessivos é invertido. O Ocelot fala isso pro “Mr. President” no final do jogo. Mas isso é bem idiota a meu ver, genes dominantes não são necessariamente “melhores”.
E aí já é conceito, mas não vejo o Liquid/Ocelot como o “mauzão”, e sim como um cara obstinado. [/extremo_nerd]
E porra Artemis, eu NUNCA tinha pensado em usar C4 no Ocelot! =P Mas houve vários jogos antes de MGS em que os chefes em si já eram um grande evento. Os da Treasure me vêm à cabeça agora. Yoshi’s Island também.
Bom, no mais, achei sensacional o cast. Não sabia que ele ia sair antes no 3DO.
Martin
September 21, 2010 at 18:05
Mas a gente falou dos esquemas dos boss?
Nossa, se falamos foi bobeira mesmo… Não foi o primeiro jogo mesmo.
E da IGN, mesmo que seja jogada de marketing, é super foda. Nenhuma outra fez e os caras estão fazendo no sentido correto da coisa. Eles podiam ter transformado isso em outras coisas, e não fizeram. Jogada de marketing, ou não, achei foda =X
E valeu pelas correções.. O jogo é tão complexo que eu eu me perdi animal.
E idéias boas não fazem um jogo bom. Mas com certeza uma idéia ruim também não o faz. =)
Gilliard Lopes
September 21, 2010 at 19:32
Foi o Artemis quem falou, provavelmente na empolgação do momento.
Glauber
September 21, 2010 at 19:37
O lance dos genes eu corrigi o Martin primeiro, nem vem, Barry! >:D
Gilliard Lopes
September 21, 2010 at 19:39
Desculpem o atraso, só pude terminar de ouvir o cast hoje de manhã, mas foi excelente mesmo. Achei bem legal conhecer mais da história do MGS e da série, da qual sinceramente nunca fui fã por não curtir o gameplay, mas sempre respeitei. Tenho vários amigos (e mais três agora no DJ) cujas opiniões eu respeito, e que falam muitas coisas boas dela.
Agora, concordo com o último comment do Barry; MGS com certeza não foi o primeiro game a fazer da Boss Battle um evento com gameplay diferenciado e uso do environment, apesar de ter trazido várias idéias bacanas nesse sentido.
Rafael "Barry&q
September 22, 2010 at 11:18
Opa, mas não falei que não achei foda o lance da IGN, achei bem legal sim.
Só não acho que foi por "bondade" XD
Gabriel Araujo
September 22, 2010 at 15:14
vvvvvv é a melhor coisa de cast, pqp q jogo loco, vale a pena brincar com o demo online, cheguei ao ponto de baixar a trilha sonora, me lembra thunder blade do master system.
Keyo
October 22, 2010 at 08:07
Caramba, dá pra matar o Ocelot com C4? Eu sempre "apostava corrida" com ele e matava com a arma pensando que o C4 ia explodir a sala. XD
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