Double Jumpers #12: Jogos que você não jogou, mas deveria

author: DoubleJumpers date: September 13, 2010 tags: , , , , , , , ,

Jogar jogos diferentes é sempre bom para qualquer desenvolvedor: além de aumentar o repertório de referências, abre nossas mentes para idéias novas. Fizemos nossa parte e compartilhamos com vocês seis jogos que, por vias do destino, você provavelmente não jogou – mas deveria! Três mais atuais e três mais antigos. Os jogos que são gratuitos estão linkados aos seus downloads. Segue a lista:

Drops:

  • Lançamento fail do Elemental: War of Magic
  • Jogo Indie brasileiro na IndieCade (Cargo Delivery, Cats in The Sky)
  • DUKE NUKEM FOREVIS!

Tema: Jogos que você não jogou, mas deveria

 

Tempo: 76 minutos

Double Jumpers #12 – Jogos que você não jogou, mas deveria – (Qualidade Alta) – 69MB
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cateogories: DoubleJumpers

14 Responses to Double Jumpers #12: Jogos que você não jogou, mas deveria

  1. Gilliard Lopes

    September 13, 2010 at 19:59

    Ainda estou ouvindo, mas queria aproveitar pra comentar sobre o e-mail do André, que perguntou se existe algum preconceito contra pessoas que queiram arrumar seu primeiro emprego na indústria de games após os 30 anos de idade.

    Como já foi comentado em vários posts e podcasts, acho que o principal diferencial é ter jogado muitos games, ter repertório na área, independentemente da idade. A formação profissional também conta, se for em alguma área correlata (por exemplo: arte, design, programação).

    O maior problema que vejo pra quem quer entrar na indústria após os 30, principalmente no Brasil, é outro: a maioria das pessoas nessa idade têm prioridades bem diferentes dos mais jovens, principalmente com respeito às pretensões financeiras e à família. Infelizmente, os empregos na área são poucos e concentrados em algumas cidades, o que significa que o candidato pode ser obrigado a se mudar para conseguir o emprego que deseja. E com uma família envolvida fica mais difícil. Além disso, os salários para quem está começando não são excelentes (por exemplo, um programador provavelmente consegue ganhar mais na indústria de software convencional do que com games no Brasil).

    Claro que isso tudo varia muito de pessoa para pessoa, e é como o Martin disse mesmo: se você tiver disponibilidade e disposição para encarar o desafio, vai fundo!

  2. Andre Nunes

    September 14, 2010 at 08:43

    Nunca tinha jogado nenhum destes jogos, mas antes de escutar o podcast eu entrei no YouTube e vi alguns videos de cada jogo para ter uma noção exata do que vcs iriam falar. E deu certo! Consegui ver as camadas de Eversion e como suas mudanças influenciam na dificuldade dos inimigos e cenários.

    Um jogo para indicar? Que tal "Adventure" do Atari? Varias pessoas nunca ouviram falar, mas eu acho um p*** jogo: deve ter sido o primeiro RPG-Action da historia e tem um fator "replay" gigante devido a aleatoriedade dos item e inimigos. Jogo otimo para a época (sempre que posso ainda dou uma jogadinha, hehehe). Recomendado!

  3. Flavio Meibach

    September 14, 2010 at 10:52

    O único desses que eu não conheço é o Shivers, apesar de vez ou outra ouvir o Martin pregando como ele é bom. Os que joguei foram Liquid Wars, por indicação do Artemis, e Eversion, na versão HD indicada pelo Glauber. Joguei também um pouco do demo do Dishwasher, logo que ele saiu.

    O Eversion é realmente um jogo muito bom e se você é um jogador ou desenvolvedor que gosta de experiências diferentes, ele é indispensável. Não me recordo muito bem se foi comentado no podcast, mas o jogo é de um brasileiro, o Guilherme Töws. Fato que não faz o jogo ser melhor ou pior por si, mas nos dá aquela pitada de orgulho saudável.

    Joguei também o demo do Dishwasher e achei bem ruim. Não me deixo influenciar pela conversa de que o jogo foi feito por uma pessoa só. Se não vi graça no jogo não vou considerá-lo melhor pelo efeito tadinho. Mesmo porque temos casos de jogos feitos por uma pessoa só que eu considero muito melhores, como o próprio Eversion.

    Sei que o Martin também não se deixou influenciar pelo efeito tadinho, mas gostou genuinamente do jogo. Nossa discordância sobre esse jogo é só de gosto.

    Pra falar verdade joguei muito pouco do Liquid Wars também, mas já percebi que o jogo tem uma mecânica muito interessante e divertida quando jogado com outras pessoas. Não me lembro se tinha a opção de jogar contra uma IA, mas com certeza não seria lá tão divertido.

    Quanto ao Mount & Blade, pode ficar tranqüilo Artemis, logo mais vou jogar e te falo o que eu achei. Ele já está começando a pegar poeira no gigantesco setor "jogos comprados em promoção mas não jogados nem sequer instalados" no sub-setor "indicados pelo Artemis" da minha coleção no Steam.

  4. Luiz Alvarez

    September 14, 2010 at 14:21

    Um jogo que eu gosto de indicar, apesar de ser razoavelmente conhecido, é o Machinarium. Ele é um point & click adventure em que você controla um simpático robozinho de volta a cidade em que ele vive para impedir o plano de 3 robôs malvados e resgatar sua namorada.

    A primeira coisa que chama atenção no jogo é o visual: ele é meio futurista com um ar retrô e bem sujo, meio steampunk. Não à toa ele ganhou prêmios pelo visual. A trilha sonora também é bem legal, embora eu não preste muita atenção nisso em geral.

    Mas o que me chamou mais a atenção é o fato de que ele não usar em nenhum momento (tirando o tutorialzinho do começo) textos escritos ou falados. Tudo é comunicado através de ícones, animações e balões tipo de HQ só que animados. Pra mim essa forma não é só suficiente pra maioria dos jogos como também a mais adequada. Se a história desse jogo fosse contada textualmente por diálogos eu não ia prestar a menor atenção e não teria a mesma empatia com o personagem principal.

    Pra quem não conhece tem o demo online: http://machinarium.net/demo/

  5. Glauber

    September 14, 2010 at 15:00

    Boa indicação Luiz! Faz-me lembrar que eu preciso zerar esse. Embora eu ache um jogo BEEEM simples, é um exemplo e tanto de contar histórias com nenhuma palavra, como você disse. Quase um Wall-E dos jogos.

  6. Martin

    September 14, 2010 at 15:52

    O Machinarium eu curti bastante, mas, apesar de simples, achei a parte que eu estou meio sem noção.. não te dá dica nenhuma do que fazer.

    Os Point & clicks antigos eram assim também (vide monkey island), mas, atualmente não tenho mais saco de ficar muito tempo preso sem sequer saber o que fazer.

    Vou ver se jogo a indicação do atari.. não conheço muito dessa época!

    E sim, para quem acha que o Flávio está exagerando, ele não está. A lista do Steam dele tem sub-seções.

  7. Luiz Alvarez

    September 16, 2010 at 23:32

    Pois é, quando eu falei do Machinarium só contei os pontos positivos. Ele tem uns puzzles que são sem noção. O sistema de dicas ajuda, mas tem casos que eu só consegui passar por sorte. Nesse ponto acho que ele é pior que outros adventures. Mas acho que apesar disso vale a pena conferir.

  8. Léo

    September 17, 2010 at 03:51

    Ainda não tive tempo para ouvir, mas dexa comentar antes q fique para tras o post.
    Alguem ja jogou Back To The Moon? Um joguinho onde vc cotrola uma nave e tem q desviar de obstáculos para resgatar astronautas.
    É de MS-DOS, infelizmente o google não me ajudou muito. Mas o + legal é que foi um brasileiro que fez se bem me lembro.

  9. Gabriel Araujo

    September 17, 2010 at 15:14

    foi comentado o jogo “Dishwasher” e a curiosidade é que esse game foi desenvolvido em XNA e um dos ganhadores do Dream-Build-Play Challenge 2007 (http://www.dreambuildplay.com/main/default.aspx), que é um campeonato aberto para jogos somente em XNA na tentativa de divulgar a plataforma, todos os anos tem muita coisa boa…

    No email anterior, vc comentou sobre o XNA não ser muito utilizado como framework pelas empresas de games, fato, mas na minha opinião, parece ser uma ótima e fácil opção pra começar com games independentes, alem de ter as portas “abertas” pra publicar na Live Arcade do xbox 360, é portável pra PC e pra Windows Phone (que futuramente vai copiar a apple store do iphone), eu fui pesquisar o Braid não foi escrito em XNA pq o criador não queria ficar preso a plataforma, que é bem verdade, apesar de não entendo pq o Dishwasher não foi portado pra PC (já que no XNA, vc pode fazer blocos de códigos que serão lidos somente em PC ou 360, mas boa parte é igual para as duas) e vendido no Steam (tambem não sei como a Steam funciona).

    … e vai ae uma dica de um game que eu não joguei mas parece se bastante interessante, Bastion http://supergiantgames.com/ , é uma espécie de re-invensão de jogos estilo Diablo 2, com alguma coisa de narrativa dinâmica.

    Sobre Dishwasher
    http://creators.xna.com/en-us/community_main_feature1

    Ate mais e GF

  10. Dudu Maroja

    September 17, 2010 at 17:02

    Joguinho Indie saiu a pouquissimo tempo! e todo mundo que gosta de jogos de HORROR precisa jogar esse jogo

    Amnesia: The Dark Descent

    http://www.amnesiagame.com/

    Simplesmente assustador, lembra como era fantastico esplorar a Mansão de Resident Evil 1? o mesmo vale para esse jogo! mais dferente de resident evil, vc não é uma pessoa treinada, vc não tem como se defender dos perigos, sua unica opção é correr e se esconder, e seu unico aliado tambem é seu maior inimigo, a escuridão!

    com uma otimima mecanica de sanidade ao estilo eternal darkness é essencial para quem gosta de jogos de susto!

  11. Glauber

    September 17, 2010 at 17:11

    Tava considerando comprar esse no Steam. Agora tá mais tentador ainda. PORRA DUDU! haha

  12. Felipe Augusto

    September 19, 2010 at 18:17

    Recomendo o jogo And Yet It Moves.

    http://www.andyetitmoves.net/

    Além de controlar o personagem, você controla a posição do mundo.
    Muito interessante. Tem uma arte simples, mas muito bem feita.
    Disponível no Steam.

  13. Glauber

    September 20, 2010 at 17:49

    @Felipe Augusto
    Eu dei uma jogada no demo da Steam, achei interessante, mas não me diverti muito com ele. Tô pra dar uma segunda chance pra ele quando tiver mais paciência. A arte é bem legal mesmo, apesar de ser uma metáfora recorrente, principalmente em mídia digital.

  14. Fabio Lucas

    September 24, 2010 at 05:38

    Comentário um pouco atrasado mas……

    alguém se lembra de Commander Keen no Doom?? kkk

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