Double Jumpers #07 – Protagonistas

author: DoubleJumpers date: August 9, 2010 tags: , ,

Uma das coisas mais importantes de um jogo desde que Pac-Man deu as caras no mundo, é, sem dúvida alguma, o protagonista. Tão ou mais essencial que a história, é o elemento que faz a ponte entre jogo e jogador. Neste podcast, analisamos os três tipos mais distintos de protagonistas e como eles contam a história e permitem que a jogabilidade seja possível.

Recado:

Drops:

Tema: Protagonistas

 

Tempo: 62 minutos

Double Jumpers #07 – Protagonistas – (Qualidade Alta) – 57MB
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cateogories: DoubleJumpers

11 Responses to Double Jumpers #07 – Protagonistas

  1. pedro h. fernandes

    August 9, 2010 at 21:45

    Acabo de ouvir o podcast, muito bom o assunto. Valeu pelo esclarecimento quanto ao email que mandei! Vocês chegaram de ver o que aconteceu em InFamous 2 com o personagem principal Cole? Parece que eles iam muda-lo completamente mas receberam um mega "meh" da galera e acabaram voltando pras pranchetas. Isso mostra a importância da continuidade uma vez que o herói foi estabelecido para a franquia.

    Até!!

  2. Gilliard Lopes

    August 10, 2010 at 00:21

    Muito bom esse episódio, o assunto é bem interessante mesmo.

    Tenho vários comentários que eu queria jogar aqui e ver a galera interagindo em cima.

    1) Muito legal a resposta do Martin ao e-mail do Felipe de Blumenau sobre começar uma carreira de programação em games. As especialidades do programador num projeto de games ficaram bem explicadas, mas sinceramente achei, ao contrário do Martin, que não era uma idéia tão ruim começar com desenvolvimento de uma engine 3D básica em DirectX, se o Felipe tiver o tempo e a força de vontade necessárias.

    O Martin tem toda razão no sentido que, para um primeiro emprego como programador no Brasil, aprender a desenvolver engines é desnecessário. Mas pelo que entendi o Felipe está começando sua faculdade, então potencialmente terá mais tempo pra desenvolver um projeto pessoal mais bacana, onde ele possa conhecer mais a fundo as técnicas baixo-nível, antes de se aventurar no mercado de trabalho. Acho que é uma oportunidade de ouro que o Felipe não deveria deixar passar, e que pode prepará-lo pra ter um bom emprego no futuro, em qualquer lugar.

    2) No início da discussão sobre personagens, faltou contar a história do Pac-Man e como ele ficou com esse nome:

    O nome original do jogo e do personagem era Puck-Man ("puck" é o nome do disquinho de hóquei no gelo, que parece bastante com o personagem). Daí as primeiras máquinas de fliperama tinham o nome do jogo em adesivos colados na madeira, mas o pessoal começou a rasgar esses adesivos pra transformar o P em F… huaheuaheuhauehaue Tiveram então que mudar o nome para Pac-Man.

    3) Sobre a (falta de) caracterização do Vaan em Final Fantasy XII – na verdade acho que essa tendência começou mesmo no FF X onde o nosso querido zé-ruela Tidus é o maior personagem-sem-persona que existe. Tanto que na sequência FF X-2 eles resolveram focar na Yuna, que era a verdadeira heroína-épica-a-escolhida-fodona desde FF X.

    4) Faltou falar também que o Snake de Metal Gear Solid é inspiradíssimo no Snake Plissken, personagem de Kurt Russel no clássico Fuga de Nova York. Faixinha na cabeça e tudo. O próprio Hideo Kojima admitiu que o personagem do game é uma homenagem que ele decidiu fazer ao filme preferido da sua infância.

    Falei muito já. Concordem, discordem, escrevam! Tá na hora de movimentar ainda mais o DJ.

  3. Glauber

    August 10, 2010 at 08:42

    Tenho que discordar sobre o Tidus, Gilliard. Na minha opinião, ainda acho que ele seja o último remanescente de personagem forte na série. Talvez a sensação de que ele seja meio "irrelevante" seja o brilho da Yuna que ofusca o resto do elenco… E pelo inegável fato de que ele seja um moleque mimado no começo do jogo.

    Mas como herói, Tidus é um dos exemplos mais "na cara" do épico: começa um jovenzinho chorão, cheio de traumas de infância e piadas sem graça e xavecos na heroína… E termina um homem determinado, maduro, pronto para "morrer" e mudar o mundo pois aprendeu apanhando. Apesar da jornada ser da Yuna, quem mais evolui é ele. E o mais importante em um protagonista de Final Fantasy desde a época de Cecil: ele NÃO É o menino escoteiro.

    Tem uma leitura muito boa só sobre ele aqui, vale uma conferida: http://www.museumstuff.com/learn/topics/Tidus::su…

  4. Martin

    August 10, 2010 at 09:52

    Agora pensando com a resposta do Gilliard, faz sentido.

    É que depende muito também de como você leva a faculdade.

    Eu, por exemplo, tive que arrumar estágio desde o primeiro mês de faculdade, então não tive muito tempo de estudar e experimentar. Tudo que fiz, nesta época, tinha que ser algo prático para que eu pudesse aprender rápido e arranjar emprego na área.

    Mas, faz sentido. Se você tem tempo, estudar um directX ou openGL ajuda bastante para arranjar um emprego, seja onde for. Essa base é bastante legal, porém não tão necessária no Brasil.

    E a história do Pac man eu até conhecia, mas eu pensava que era fake! hahahahha legal saber a verdade!

  5. Gilliard Lopes

    August 10, 2010 at 11:00

    @Glauber Obrigado pela resposta! Talvez meu tom tenha sido exagerado, mas eu me lembro muito bem de como o Tidus me pareceu fraco na época em que joguei o FFX. Achava que o game merecia mais como protagonista. Em vários momentos durante a história eu desejei que a Yuna fosse meu personagem principal. Pra mim, a conexão entre Tidus e a história nunca foi convincente (e achei um pouco barata a explicação do final de como o Tidus foi parar ali… sem dar spoiler hehehe). Talvez eu tenha muita nostalgia de FF 6, 7 e 8… Não conhecia esse artigo, vou dar uma lida e quem sabe passarei a ter mais consideração pelo Tidus depois disso.

  6. Gilliard Lopes

    August 10, 2010 at 11:06

    @Martin Pois é cara, a maioria de nós não teve essa chance de ouro que o Felipe talvez tenha… Por isso achei importante ressaltar esse ponto. Mas não tiro a tua razão de jeito nenhum, hoje em dia a gente tem que saber focar nosso tempo escasso no que vai ser mais proveitoso para a carreira mesmo. Com as milhões de tecnologias por aí, é muito fácil se perder.

    Sobre o Puck-Man, a história (supostamente real) é contada no livro Game Over: Press Start to Continue, uma das melhores leituras sobre os primeiros dias da indústria e o domínio da inicial da Nintendo. Junto com Masters of Doom, são leitura obrigatória para todo game dev. Seguem os links:

    http://www.amazon.com/Game-Over-Press-Start-Conti

    http://www.amazon.com/Masters-Doom-Created-Transf

  7. Martin

    August 10, 2010 at 11:09

    Com certeza o Tidus é diferente do Cloud e do Squall. Ele é fraco, imaturo. Mas a sua evolução, e principalmente a resolução do conflito que o definia, que era o relacionamento com o pai, foi muito satisfatório de ver. E ele mudou, deixou de ser egoista, para ajudar as pessoas realmente.

    Difrente do Cloud, que sempre era forte, mas passou por momentos de fraqueza durante o jogo. Mas esses momentos de fraqueza eram refletidos mais em auto-conhecimento do que dúvida perante a jornada.

  8. Edelmo Araujo

    August 10, 2010 at 18:51

    Fala galera!!! Estou baixando o podcast para aproveitar um tempinho no trabalho e escutar!!! Mas já venho aqui encher o saco de vocês! Criem um feed exclusivo para os podcasts, assim a galera consegue acompanhar legal com mais opções para baixar!

    Por exemplo, se pegar apenas o feed do site atualmente só se consegue baixar 2 podcast! Isso se não rolar mais posts, pois o feed está ajustado para mostrar apenas 10 posts!

    Dá uma pensada no caso e me digam o que acham! Abraço!

  9. azen

    August 13, 2010 at 19:05

    E bizarro existi um site com essa qualidade e não ser tão divulgado pela blogosfera. mais saibam que ganharam mais 1 fã

  10. Rodolfo (bigNfanboy)

    August 15, 2010 at 22:36

    Apenas para constar: Eu ainda não li os comentários, portanto não sei se comentaram, mas quero lembrar de algo que acho que vocês esqueceram:

    Um dos maiores exemplos de "herói do acaso" seria o Link, da série Zeda, apesar de ele ter essa coisa de predestinado, ele sempre entra na história por acaso, sem uma motivação real. Só depois que a história ganha proporções épicas.

  11. Pingback: DoubleJump » Blog Archive » Raio X: Frog

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